Botequim dos Jogos Ep33 | Pirataria e Mercado

botequimEp33

Olá Pessoal

Mais um Botequim dos Jogos, desta vez falando de um assunto espinhoso: A Pirataria e o Mercado Editorial de Jogos no Brasil.

Falamos do posicionamento de Autores e Editoras frentes ao desafios do novo Mercado e como lidar com esta questão da Pirataria.

Comigo neste Botequim: Antonio “Mr. Pop”, da RedBox Editora, Pedro Ziviani, Eduardo Caetano e Luiz Falcão autores.

Inscreva-se no Canal e acompanhe toda quinta-feira 21h o #BotequimdosJogos

 

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3 pensamentos sobre “Botequim dos Jogos Ep33 | Pirataria e Mercado

  1. Sério mesmo que vocês ficaram 1h15 discutindo sobre pirataria sendo que um dos jogos citados se define como “RetroGolem” do D&D?

    É como se um camelô que vende DVDs piratas participasse de uma discussão sobre como o download de filmes prejudica seu trabalho.

    • Olá Nilton, me permita discordar da sua metáfora, sendo que inclusive acho que citamos isso durante o debate: O Camelô não agrega nenhum elemento criativo sobre as obras que comercializa e o faz sem a licença dos donos da propriedade criativa. Se você ler o Old Dragon irá constatar duas coisas: A primeira é que ele criaram uma série de reinterpretações e novas regras sobre aquilo que pode ser considerado “D&D”original e a segunda é que seguiram a Risca a licença criativa do d20 cedida pelos autores, não infringindo nenhum copyright. Esse discurso acaba sendo raso se você não se interar melhor dos fatos. Recomendo uma leitura sobre os termos da OGL e do PDF do Old Dragon (que custa menos de R$ 10,00) para sanar estas dúvidas!

      Abraço! 😀

  2. Júlio, agradeço a atenção.

    A minha comparação realmente não foi em relação aos direitos autorais, mas sim quanto a cobrar pelo trabalho elaborado por terceiros.

    Tenho certeza que estudar a OGL e ver tudo o que pode ser aproveitado, traduzir, criar regras novas e colocar isso em um produto comercial deve dar trabalho. Mas os autores não poderiam esperar que tivessem o mesmo reconhecimento em comparação à hipótese de elaborar um produto 100% original.

    O que mais me chamou a atenção foi a expressão “RetroGolem”. Pra mim ficou parecendo que inventaram um nome diferente para não ter que assumir que era uma mera cópia. Do jeito que você colocou, como um sistema baseado na licença criativa do d20 System, soou bem mais honesto para mim. Mas pelo que li, para um sistema ter a marca d20, ele não pode conter regras de criação e evolução de personagem (fonte: wikipedia – http://pt.wikipedia.org/wiki/D20_system). Vai ver que é esse o motivo de terem inventado o termo “RetroGolem”, pra não dizer que é baseado em d20.

    Olhei hoje no site da Red Box Editora e o módulo básico custava R$30 e a caixa com os livros básicos R$90. Realmente não é caro, mas também não está de graça. De PDF eu não gosto.

    Mas, reconheço que, considerando a menor receptividade do D&D4 em relação ao D&D3.5, o sistema Old Dragon atacou uma fatia de mercado que WotC não conseguiu agradar e fez isso com uma proposta boa e na hora certa.

    Abraço!

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